Dica de Dorama: Goblin — O grandioso Deus solitário.

Falar de Goblin pra mim não é uma tarefa fácil, pois mesmo hoje, depois de três anos que vi o dorama ele ainda mexe fortemente com minhas emoções.

SINOPSE:

É melhor viver para sempre ou finalmente poder morrer? Kim Shin (Gong Yoo) é um condecorado general militar da Dinastia Goryeo que acaba traído pelo rei invejoso a quem servia. Quando Kim Shin é confrontado com a morte em vez da honra após uma grande batalha, Deus transforma Kim Shin em um goblin cuja função é proteger certas pessoas de uma vida de sofrimento. Mas Kim Shin está cansado da imortalidade e deseja encontrar a noiva humana que, segundo a profecia, poderia libertar sua alma. Kim Shin acidentalmente torna-se colega de quarto de Wang Yeo (Lee Dong Wook), o ceifador responsável por conduzir as almas das pessoas para a vida após a morte. O sobrinho de Kim Shin, Yoo Deok Hwa (Yook Sungjae), é o rebelde herdeiro de um conglomerado de empresas cuja família vem atuando como guardiã do duende há gerações. Ji Eun Tak (Kim Go Eun) é uma estudante do último ano do ensino médio cuja mãe foi salva de um acidente por Kim Shin há 19 anos. Desde então ela consegue se comunicar com pessoas mortas. Sunny (Yoo In Na), a proprietária de um restaurante de frango e chefa de Eun Tak, cruza o caminho de Wang Yeo e se apaixona por ele. Será que Eun Tak é a “noiva do goblin” com o poder de libertar Kim Shin de seu sofrimento eterno?

Foi o primeiro drama de fantasia que me arrisquei em ver, e foi por causa dele que me apaixonei pelo segmento, afinal de contas, quando os sul-coreanos querem fazer uma fantasia bem-feita, eles se superam.

Mas não é apenas por causa dos efeitos do drama que gosto dele, mas sim, porque me traz uma boa memória afetiva, o romance em si não foi o grande responsável por ter me apaixonado completamente a ponto de colocar o grande deus solitário como um dos meus favoritos dessa minha vida dorameira.

Eu amo Goblin porque trata de questões de vida e morte, reencarnação e pecados, um tema que por si só já me atrai bastante, e a delicadeza com que tudo foi apresentado fez tudo ficar bonito e emocionante.

Temos quatro personagens principais Kim Shin (o Goblin), Eun Tak (a noiva do Globin), o ceifador e Kim Sun ou Sunny (patroa de Eun Tak e por quem o Ceifador se apaixona). Essas quatro vidas se cruzam no tempo atual, porém, no decorrer dos episódios é possível entender o motivo deles se encontrarem, afinal, há coisas para se resolver desde suas vidas passadas.

Tudo é muito mágico e sofrido, cada capítulo dessa é história é emocionante. Tudo tem um porquê e nos leva a entender que, nem sempre as histórias de amor são felizes.

“Kim Shin — O que você vai escolher? A tristeza ou o amor?

Eun Tak — Um amor triste.”

Apesar de ser um marco na Coreia do Sul, a obra recebeu algumas críticas, principalmente por causa da diferença da idade entre os personagens, para um país bastante conservador isso choca. Mas para nós, aqui do ocidente, não é algo que incomode tanto (pelo menos não a mim). Porém, apesar de amar cada detalhe de Goblin, desde a fotografia perfeita até a OST (trilha sonora), tem algo que me incomoda bastante e que é bastante frequente em dramas, principalmente os de fantasia. É o fato da protagonista ser sempre aquela que está ali, para que o personagem masculino se destaque. Eun Tak é uma peça importante nessa história, mas a ela, no fim das contas é tirado até mesmo o momento de escolha em um ponto alto da trama. Tirando isso, Goblin é uma obra prima televisionada e que merece todo o reconhecimento que teve, tanto na Coreia quanto ao redor do mundo.

E só de escrever essas palavras, fico emocionada e com vontade de ver novamente. E eu sei que sempre digo, assista esse dorama, pois ele é maravilhoso, mas Goblin é mais que isso. É maravilhoso!

“Uma garota tão pequena quanto uma violeta, uma garota que se move como uma pétala, está me puxando para ela com mais força do que sua própria massa. Só então, como a maçã de Newton, eu rolei em sua direção sem parar até cair sobre ela com um baque. Meu coração continua batendo entre o céu e o chão. Foi meu primeiro amor.”

“Cada momento que passei com você brilhou porque o tempo estava bom, porque o tempo estava ruim e porque o tempo estava bom o suficiente. Adorei cada momento.”

FICHA TÉCNICA:

Título: Goblin — O grandioso deus solitário (goblin the lonely and great god)

Emissora: TVN

Episódios: 16

Onde assistir: Viki e Kingdom fansubs

Até a próxima!

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